Professor vira réu por crimes sexuais contra alunas no PR

Professor vira réu por crimes sexuais contra alunas no PR

O docente Alessandro Lucas Póvoa, de 40 anos, tornou-se réu perante a Justiça paranaense sob a acusação de praticar crimes sexuais contra cinco estudantes em uma instituição de ensino estadual localizada no município de Cafeara, na região Norte do estado.

Investigação e modus operandi De acordo com os levantamentos policiais, o investigado registrava fotografias das alunas de maneira oculta, sem autorização, e negava-se a deletar os arquivos dos dispositivos.

Além disso, o inquérito policial revelou que o educador se aproximava das vítimas solicitando contatos telefônicos e oferecendo sessões de reforço escolar de forma individualizada.

Prisão e aceitação da denúncia Os episódios ilícitos ocorreram no interior da sala de aula ao longo do ano corrente. As acusações formais foram formalizadas em setembro, resultando na prisão preventiva do profissional no dia 25 do mesmo mês.

A denúncia apresentada pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) foi formalmente aceita pelo Poder Judiciário. Com isso, o suspeito responde penalmente por importunação sexual, assédio e tentativa de estupro de vulnerável contra adolescentes com idades compreendidas entre 12 e 17 anos.

Acusações e pedidos de reparação Os relatos apontam que o réu realizava investidas de cunho libidinoso, incluindo contatos físicos indesejados e declarações inapropriadas que geraram forte constrangimento às menores de idade.

Paralelamente à solicitação de condenação criminal, o órgão ministerial requereu que a Justiça determine o pagamento de uma reparação financeira mínima de R$ 5 mil destinada a cada uma das cinco vítimas afetadas.

Medidas administrativas e defesa Contratado temporariamente por meio de um Processo Seletivo Simplificado (PSS) da Secretaria de Estado da Educação do Paraná (Seed), o servidor teve suas atividades profissionais imediatamente suspensas após o avanço das acusações.

Procurada para comentar o caso, a defesa técnica do acusado, representada pelo advogado Anderson Costa, declarou que ainda está tomando pé da situação jurídica. Vale destacar que os trâmites processuais correm sob sigilo de justiça por envolverem menores de idade.

Por Redação Acontece

Foto: Reprodução / Redes Sociais

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