Prefeitura promove mutirão de combate à dengue na região de Três Lagoas

Prefeitura promove mutirão de combate à dengue na região de Três Lagoas

Equipes da Secretaria de Saúde orientaram moradores sobre cuidados básicos para a eliminação de criadouros do mosquito

Nesta manhã de segunda-feira (3), Agentes de Combate às Endemias e Agentes Comunitários de Saúde de Foz do Iguaçu realizaram uma ação em combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue e outras arboviroses, na região norte da cidade, no bairro Três Lagoas.

As equipes foram divididas em grupos para visitas domiciliares, instruindo os moradores sobre medidas preventivas essenciais para manter os espaços livres de criadouros do mosquito. Além das vistorias e orientações, o objetivo principal estava na eliminação de possíveis focos de proliferação do vetor da doença.

Este é o segundo mutirão de combate à dengue organizado pela prefeitura na região, e representa um esforço contínuo após a primeira campanha realizada em janeiro deste ano. O foco dessa iniciativa é conter o aumento dos casos da doença em Foz, que já registraram mais de 26 mil notificações e 7.032 casos confirmados durante o ano epidemiológico.

Para o secretário de Segurança Pública e coordenador do Comitê de Combate à Dengue, Marcos Antônio Jahnke, a prioridade é engajar a comunidade nessa iniciativa e destacar a preocupação que a doença traz à cidade. “Os mutirões que ocorrem em Foz, nos locais com os maiores índices de infestação, são necessários para a remoção de todo material que possa acumular água aonde os criadouros dos mosquitos se proliferam. No entanto é fundamental a participação da população, tanto na ação de evitar jogar/acumular lixo em locais inapropriados, quanto colaborar com as equipes do CCZ no trabalho de remoção desses criadouros”, reforça.

A mobilização é uma ação conjunta das Secretarias da Saúde, Meio Ambiente, Fazenda e Obras.

De acordo com a supervisora técnica do CCZ, Renata Defante Lopes, os próximos mutirões estão baseados nos indicadores apresentados pelo mapa de calor, o qual direciona equipes às regiões com os maiores índices de infestação e ocorrências de casos da doença na cidade. “Realizamos o acompanhamento semanal dos índices de infestação vetorial e de casos da dengue, justamente para avaliar melhor os riscos e, assim, direcionar reforços para as áreas prioritárias do município”, explica.

Foto: Thiago Dutra

maxnoticia

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